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  • renatarosado3

Ansiedade x Alimentação

Atualizado: Nov 4



Nos dias de hoje, um piscar de olhos irregular ou mesmo, uma inusitada respiração ofegante, são sintomas expressivos e dignos de uma visita à um profissional da saúde. O aumento considerável de transtornos mentais e comportamentais, e a acessibilidade cada vez maior à tratamentos médicos e psicológicos, faz com que mais pessoas optem por compartilharem suas aflições pessoais perante um especialista. Em contrapartida, infortúnios mentais são velados e estigmatizados socialmente por um motivo de fácil desmistificação: a ignorância. Esta, geralmente precedida por falta de conhecimento e sucedida de julgamentos e preconceito.

Mediante esta reconstrução social humana, onde as exigências e necessidades são superestimadas, gerando constante conflito entre o inato e o adquirido, a ansiedade é fruto de um desiquilíbrio funcional e uma coerente inabilidade existencial.

A alimentação excessiva ou incapacidade de dosar a quantidade e qualidade dos alimentos necessários ao organismo, é usualmente representada através dos inúmeros sintomas da ansiedade. Daí por diante, o quadro só piora! Vem aquele "top 10" das boas práticas e maneiras, que melhoram e evitam uma possível má sensação e que ninguém segue ao "pé da letra", pois não há tempo e disponibilidade. Gatilho perfeito para gerar mais ansiedade.

O ato de comer pode estar entre os sintomas, mas não é a causa e muito menos, a doença. Habitualmente, correlacionamos a alimentação à enfermidades, tais como, diabetes, obesidade, hipertensão, anemia ou câncer, sendo que, pouco se aborda e discute sobre as origens físicas ou psíquicas do adoecimento.

Indiscutivelmente, o hoje e o agora estão intrinsecamente relacionados ao prático e rentável, condizentes e favoráveis à atual realidade na qual estamos inseridos.







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